O taxista Domingos Aprígio de Oliveira e a Associação Geral dos Taxistas da Bahia (AGT), acusam agentes da Guarda Municipal de Salvador (GMS) de agressão, após uma discussão iniciada no trânsito, na tarde de sábado (17/11), nas proximidades da Cidade Baixa, em Salvador.

Segundo a AGT, Domingos trafegava na região do Comércio, quando uma viatura da GMS estava em sua frente, com os vidros baixos e fazendo o uso do aparelho celular. O taxista, então, chamou a atenção do agente sobre a infração que ele estava cometendo.

Neste momento, segundo Domingos e a AGT, a guarnição da GMS ordenou que o taxista parasse o veículo. No momento da abordagem, a guarnição acusou o taxista de estar embriagado, além de desacato à autoridade e supostamente iniciaram o espancamento ao taxista.

Uma senhora que presenciou a ocorrência, foi conduzida até a delegacia de flagrantes junto com o taxista. Na delegacia, Domingos registrou o Boletim de Ocorrência, e depois encaminhado até o Instituto Médico Legal (IML) para a realização de exames de corpo delito, e em seguida retornou para delegacia de flagrantes. A GMS fez a apreensão do documento do veículo e a remoção ao pátio da Superintendência de Trânsito do Salvador (Transalvador).

Em nota, a Guarda Municipal de Salvador alegou que uma equipe do órgão estava parada na região do Mercado Modelo, quando “o taxista passou a buzinar e lançar palavras de baixo calão contra os agentes, que de imediato solicitaram a parada do veículo e verificaram que o mesmo aparentava estar fazendo uso de bebidas alcóolicas.”

Ainda segundo o órgão, Domingos “continuou a direcionar palavras de baixo calão contra os agentes, que o encaminharam até a Central de Flagrantes, inclusive sendo este conduzido no assento da viatura sem uso de algemas, não havendo nenhum tipo de agressão ao mesmo”.

Leia a nota na íntegra:

“A Guarda Civil Municipal de Salvador informa que na manhã de ontem (17), uma equipe do órgão estava parada na região do Mercado Modelo, quando um taxista em seu veículo passou a buzinar e lançar palavras de baixo calão contra os agentes, que de imediato solicitaram a parada do veículo e verificaram que o mesmo aparentava estar fazendo uso de bebidas alcóolicas.
O taxista continuou a direcionar palavras de baixo calão contra os agentes, que o encaminharam até a Central de Flagrantes, inclusive sendo este conduzido no assento da viatura sem uso de algemas, não havendo nenhum tipo de agressão ao mesmo.

Durante a ação uma mulher que saiu em defesa do acusado, também foi encaminhada para a Delegacia para prestar depoimento. O órgão ratifica que não ocorreu nenhum tipo de agressão contra o acusado, seguindo os tramites legais para o caso do desacato, que corresponde a apresentação para o Delegado de Polícia para adoção das medidas cabíveis.”

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