Um táxi-aéreo clandestino que transportava entre os passageiros, a cantora Claudia Leitte, foi interditado na última quarta-feira (17/4), no Aeroporto Internacional Luís Eduardo Magalhães, em Salvador, por falta de licença para fazer o serviço coletivo. O piloto e o copiloto foram presos por falta de licença para pilotar o tipo de aeronave. 

Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a aeronave de placa PR-OLB, que seguiria para o Aeroporto de Congonhas (SP), só podia ser usada em serviços privados por "não garantirem as condições necessárias de segurança desse tipo de operação". A empresa responsável, Agropecuária Letícia Ltda, também não tinha autorização para prestar o serviço. 

O piloto do táxi-aéreo, identificado como Ernani Luiz Assis Figueiredo Campos, e o copiloto, não identificado, tiveram as habilitações suspensas. Durante o processo instaurado para apurar o caso, eles podem ser multados e ter licenças e certificados cassados. O caso seguirá para o Ministério Público e Polícia Federal.

Em comunicado oficial, a assessoria da cantora afirma que Claudia "não tem qualquer relação com o piloto e não com compactua com qualquer irregularidade que a empresa tenha cometido".

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