O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta última segunda-feira (7/1) que todas as operações da Caixa seguirão critérios técnicos e não será tolerada a compra de influência por “piratas privados”. “Às vezes, é possível fazer coisas cem vezes melhores com menos recursos do que gastar com publicidade em times de futebol”.

Ele não deu mais detalhes se o governo Bolsonaro pretende encerrar os patrocínios que teve em vários times do Brasil, como Flamengo, na temporada passada. A afirmação foi feita na posse do presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães.

A verba de publicidade é uma das principais fontes de receita dos times. A negociação com a Caixa já está difícil e ameaça os clubes. Guedes declarou que casos de corrupção não serão tolerados na gestão das empresas públicas. “Quem descobria algo errado tinha que abafar para não ter problemas. No nosso sistema, quem sinalizar onde tem fumaça antes de virar fogo tem que ser premiado. Vamos inverter essa lógica. Vamos ter ajuda do TCU [Tribunal de Contas da União] e dos demais órgãos de controle nesse processo”, disse.

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