Santo Antônio, santo querido de Irmã Dulce, conhecido como protetor dos pobres e oprimidos, ganha homenagem especial nesta quinta-feira, 13 de junho, com duas missas festivas: a primeira iniciou  às 9h e haverá outra às 17h, no Santuário da Bem-Aventurada Dulce dos Pobres (Largo de Roma).

A celebração das 9h é presidida por dom Hélio Pereira dos Santos, bispo auxiliar da Arquidiocese de Salvador, enquanto a missa das 17h terá à frente frei Giovanni Messias, reitor do Santuário do Anjo Bom. Com a presença de centenas de fiéis e devotos, as celebrações serão marcadas por cânticos e louvores ao santo padroeiro da freira baiana, que em breve será proclamada a primeira santa brasileira.

Como é tradição, as missas incluem um gesto concreto, com a oferta de gêneros alimentícios e produtos de higiene pessoal que serão doados a famílias carentes e também utilizados pelo público assistido pelas Obras Sociais Irmã Dulce (OSID). De 10 a 13 de junho, após as celebrações religiosas, acontecerá ainda a animada quermesse, no pátio da igreja, com comidas típicas, apresentações musicais, quadrilha, brincadeiras e sorteios.

Exposição – Para marcar também as homenagens ao santo padroeiro do Anjo Bom, o altar com a secular imagem de Santo Antônio ganhou decoração especial no Memorial Irmã Dulce (MID). O altar-instalação traz como tema os 60 anos das Obras Sociais Irmã Dulce e retrata, em 60 mini altares, passagens da vida e obra da Mãe dos Pobres. Criado e executado pela arte-educadora do MID, Mônica Silva, e colaboradores da Assessoria de Memória e Cultura da OSID, o altar-instalação também é uma forma de resgatar a tradição da beata, que era devota de Santo Antônio antes mesmo de entrar para a vida religiosa e homenageava o santo decorando seu altar. A visitação fica aberta nos horários de funcionamento do Memorial: de terça a domingo, das 10h às 17h.

Forte relação – Santo Antônio sempre teve um lugar especial na vida de Irmã Dulce. Nos momentos de angústia, desespero ou até mesmo para solicitar a concretização de algum desejo, era a Santo Antônio, a quem chamava de “tesoureiro” das Obras Sociais, que a Mãe dos Pobres recorria. Ainda na infância, bem antes de entrar para a vida religiosa, ela tinha o hábito de decorar o altar do santo caridoso. Uma imagem de Santo Antônio do século 19, que pertenceu ao advogado Manoel Lopes Pontes, avô da freira, está entre as centenas de peças do acervo do Memorial Irmã Dulce, localizado no Largo de Roma, ao lado do santuário. Era em frente a esta relíquia da família que a Bem-Aventurada costumava fazer seus pedidos e orações.

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