O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta quinta-feira (7/6), a quebra de sigilo telefônico do presidente Michel Temer, solicitada pela Polícia Federal  no inquérito que investiga o repasse de R$ 10 milhões da Odebrecht para o MDB.

A decisão do magistrado segue o posicionamento da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, autorizou a medida da PF contra os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Minas e Energias), mas não defendeu a mesma contra Temer.

A investigação apura entregas de dinheiro feitas no escritório do advogado José Yunes, amigo de Temer, e também pagamentos no Rio Grande do Sul, que seriam destinados a Padilha. De acordo com a delação dos executivos da Odebrecht, houve um acerto da empreiteira de repassar R$ 10 milhões para o PMDB em 2014, ano no qual Temer era candidato à vice-presidência na chapa de Dilma Rousseff.

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