Após o ataque de atiradores à escola Raul Brasil, em Suzano, no estado de São Paulo, a onda de ameaças virtuais, que propõem ações semelhantes, tem espalhado pânico nas redes sociais, e a Polícia Civil vem trabalhando para combater esses atos.

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Para falar um pouco mais sobre o assunto, o programa Reunião de Pauta, do Aratu On, convidou o coordenador do Grupo de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos (GME), delegado João Cavadas.  "Não é pela publicação, em si, mas o sobre o que é publicado. A legislação ainda tem muito o que evoluir, justamente porque ainda estamos caminhando, mas já temos o marco civil, que é muito importante", disse.

Na oportunidade, ele também orientou às vítimas de fake news ou atos difamatórios/caluniosos. "A vítima deve comparecer à unidade policial mais próxima, munida dos prints (capturas de tela), e-mails, tudo o que for 'prova', para fazer o registro de ocorrência e o inquérito. Caso o delegado do local tenha algum questionamento, pode acionar o GME que terá o subsídio necessário", explicou.

Confira o programa na íntegra:

 

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