Durante a live semanal do presidente Jair Bolsonaro, na noite desta última quinta-feira (9/5), o ministro da Educação, Abraham Weintraub, recorreu a caixas de bombom para explicar, didaticamente, os cortes que seu ministério está fazendo.

"Muita gente está espalhando o terror e falando coisas que não estão acontecendo. A economia do Brasil estava afundando, as pessoas estavam com medo de comprar roupa, não trocavam de geladeira, de televisão. A gente parou de afundar, mas ainda estamos numa situação muito delicada"

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Weintraub disse que seu colega Paulo Guedes, ministro da Economia, "teve de fazer isso (os cortes) porque a lei manda a gente contingenciar".

Em seguida, comparou o cenário de uma universidade federal hipotética ("Dessas que a gente vê por aí, com R$ 1 bilhão por ano") ao de uma empresa, onde, num momento de cortes como o atual, seria necessário demitir funcionários — o que ainda não acontece nas instituições de ensino.

"A gente não está mandando ninguém embora. Se fosse numa empresa, seria difícil, a gente teria que mandar gente embora. Professor, técnico, estão todos recebendo em dia. Toda a ajuda que aluno recebe de refeitório e moradia está preservada".

Para ilustrar seu ponto, pegou quatro caixas de chocolates variados, abriu todas e começou a explicar o corte.

"Estamos pedindo que 3,5 desses 100 chocolates (abriu e cortou um chocolate ao meio), deixa ele para comer depois de setembro. 3,5% dos 100, segura, porque o salário está integralmente preservado e pago, todo o auxílio aos alunos preservado, e ficam espalhando que a gente está fechando tudo". Ao fim da transmissão, o presidente Bolsonaro afirmou que iria "confiscar 30%" dos chocolates que Weintraub usou.

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