Governo Lula quer incluir Bahia em acordo de compensação pelo desastre de Mariana
Fazem parte das tratativas desde o princípio Minas Gerais e Espírito Santo, mais afetados pelo rompimento da barragem da Vale em 2015
Senado Federal
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pretende fazer uma nova rodada de conversas sobre o acordo pelo desastre de Mariana com os estados envolvidos e deve incluir a Bahia, de acordo com a coluna Painel, do jornal Folha de S. Paulo.
Fazem parte das tratativas desde o princípio Minas Gerais e Espírito Santo, mais afetados pelo rompimento da barragem da Vale em 2015, que deixou 19 mortos. Estudos, contudo, mostram que os rejeitos de mineração chegaram aos corais de Abrolhos, na Bahia.
Ainda segundo o jornal, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que vem coordenando as discussões no governo federal, já conduziu uma primeira reunião com os ministros das áreas envolvidas e propôs o novo debate com os governadores, incluindo a Bahia, que governou até o ano passado.
Umas das alternativas seria parte dos recursos previstos para o Ibama serem direcionados para os corais de Abrolhos.
Participantes das negociações temem que novas demandas atrasem ainda mais o desfecho do acordo, que já se arrasta há anos. Mas integrantes do governo afirmam que a situação da Bahia não será tratada como um cavalo de batalha, e não será levada adiante se puder prejudicar a assinatura.
Fazem parte das tratativas desde o princípio Minas Gerais e Espírito Santo, mais afetados pelo rompimento da barragem da Vale em 2015, que deixou 19 mortos. Estudos, contudo, mostram que os rejeitos de mineração chegaram aos corais de Abrolhos, na Bahia.
Ainda segundo o jornal, o ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), que vem coordenando as discussões no governo federal, já conduziu uma primeira reunião com os ministros das áreas envolvidas e propôs o novo debate com os governadores, incluindo a Bahia, que governou até o ano passado.
Umas das alternativas seria parte dos recursos previstos para o Ibama serem direcionados para os corais de Abrolhos.
Participantes das negociações temem que novas demandas atrasem ainda mais o desfecho do acordo, que já se arrasta há anos. Mas integrantes do governo afirmam que a situação da Bahia não será tratada como um cavalo de batalha, e não será levada adiante se puder prejudicar a assinatura.