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10/02/2023 11h50 | Atualizado em 10/02/2023 11h50

Polidactilia: conheça a condição de Marvvila, do BBB 23, que nasceu com 6 dedos na mão

Para entender mais sobre essa condição, o Aratu On conversou com o ortopedista Djalma Amorim

Polidactilia: conheça a condição de Marvvila, do BBB 23, que nasceu com 6 dedos na mão
Bruna Castelo Branco

Essa semana, Marvvila, participante do BBB 23, falou sobre um assunto que deixou o público do programa intrigado. É que a cantora de 23 anos nasceu com um dedo a mais em uma das mãos, o que quer dizer que ela tem uma condição genética incomum chamada polidactilia. Porém, o dedinho extra não durou muito: quando ela nasceu, ele foi retirado cirurgicamente, como a própria Marvvila contou em uma conversa com Ricardo na casa do Big Brother Brasil.

“Eu nasci assim, foi arrancado. Eu nasci assim, vamos lá: meu avô, minha mãe, os filhos da minha mãe, a irmã da minha mãe, os sete filhos da irmã da minha mãe, meus primos, os filhos dos meus primos nascem assim. A genética é fortíssima”, relatou a cantora.

Para entender mais sobre essa condição, o Aratu On conversou com o ortopedista Djalma Amorim, que explicou que a polidactilia pode acometer os dedos da mão, como é o caso de Marvvila, ou dos pés. “Esse dedo extra pode estar completamente desenvolvido ou pode ser um simples apêndice, que é um pedaço de tecido. É uma doença genética congênita, por isso, o pai ou a mãe precisam ter esse gene”, detalhou.

Geralmente, por questões estéticas, o dedo extra é retirado quando a pessoa ainda é bebê, mas a polidactilia não traz qualquer risco à saúde. “Evidente que, quando eu tenho um dedo a mais no pé, o sapato precisa ser modificado. Então, vai ter que corrigir algumas coisas no seu dia-a-dia para se adaptar com essa anomalia genética. Mas, não traz nenhum problema de saúde, não traz nenhum risco. A pessoa pode viver com esse dedo a mais a vida toda, a cirurgia só depende do desejo do paciente”.

Caso o paciente prefira fazer a cirurgia, o andamento dela depende de como está esse dedo a mais: se for apenas um “apêndice”, como explicou Djalma, é operação é mais simples. “Alguns têm o dedo completamente desenvolvido, aí precisa ter um cuidado a mais na cirurgia porque tem que recompor músculo, pele”, concluiu o médico.

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